Sirva-me mais uma dose de ironia
Certas palavras já são suficientemente tóxicas
Assim minha cabeça languidamente se esvazia
E a decadência já me cai bem
Ao pôr-do-Sol, meu riso insano me detém
Envenenemo-nos pois
Com nossas intimidadades pérfidas
E teu humor fugaz
Com minha mente deteriorada
E nossa ausência de paz
*Inspirada em outros humores
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quarta-feira, 28 de julho de 2010
domingo, 20 de abril de 2008
Não há pedra sobre pedra
Guerreiro das ruas
Veste a armadura
Seu medo morreu?
Não há mais brilho no olhar
Busca sem esperança
Seu sorriso se perdeu
Guerreiro das ruas
Todos sofrimentos ocultam-se
Sobre uma cortina-de-fumaça
Soldado de ferro
Que no fundo é
Um menino sozinho
Guerreiro das ruas
Sentimentos difíceis de enfrentar
E com uma faca ele quer ocultar
A sobriedade é dolorosa
A verdade causa raiva
São dores sem vazão
Guerreiro das ruas
Eternamente perseguido
A ser homem tem aprendido
Não reflete, obedece
Seus bons instintos desvanecem
Ninguém confia mais em você?
Guerreiro das ruas
É difícil voltar
Descobriu muitas coisas
Não há dúvidas?
Só más certezas?
Dolorosos desprezos?
Guerreiro sem pátria
Foge por ruas obscuras
Mas não encontra o que procura
Deixo o fim para você
Estou aqui para ouvi-lo
Mas o primeiro passo é seu
Veste a armadura
Seu medo morreu?
Não há mais brilho no olhar
Busca sem esperança
Seu sorriso se perdeu
Guerreiro das ruas
Todos sofrimentos ocultam-se
Sobre uma cortina-de-fumaça
Soldado de ferro
Que no fundo é
Um menino sozinho
Guerreiro das ruas
Sentimentos difíceis de enfrentar
E com uma faca ele quer ocultar
A sobriedade é dolorosa
A verdade causa raiva
São dores sem vazão
Guerreiro das ruas
Eternamente perseguido
A ser homem tem aprendido
Não reflete, obedece
Seus bons instintos desvanecem
Ninguém confia mais em você?
Guerreiro das ruas
É difícil voltar
Descobriu muitas coisas
Não há dúvidas?
Só más certezas?
Dolorosos desprezos?
Guerreiro sem pátria
Foge por ruas obscuras
Mas não encontra o que procura
Deixo o fim para você
Estou aqui para ouvi-lo
Mas o primeiro passo é seu
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
Uma pergunta
Penso, penso, penso...
E em tantos devaneios, caio sempre na mesma pergunta:
Como se fazer necessário ao outro
Respeitando-o?
E em tantos devaneios, caio sempre na mesma pergunta:
Como se fazer necessário ao outro
Respeitando-o?
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