terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
sábado, 17 de fevereiro de 2007
Banquete dos hipócritas
Primeiro ato: o convite para a festa
Celebrem, todos os momentos
Em que viram o sorriso do meu rosto sumir
Celebrem a soberba, brindem
Ao orgulho travestido de humildade
Celebrem a mediocridade
Enquanto suas carnes apodrecem
Celebrem as próprias mágoas
Como se grandes vitórias fossem
Segundo ato: o banquete
Sentem-se, bebam o cálice
Cheio do meu sangue de criança tola
Celebrem o ápice
Da alegria
De seu sorriso maldoso
Fartem-se com a carne alheia,
Que sobrou na sola de seus pés pontiagudos,
Após um dia sendo justiceiros imundos
Terceiro ato: o fim da festa
De celebrar o que virá, não esqueçam:
A cova já se forma diante de vocês
Mas houve Vida em suas almas? Não!
Esse, pois, é o triunfo do divino
É o que me faz acreditar no Bem,
Na bondade humana e no olhar sem
Falsidades ou hipocrisias
É o que me faz não desistir da poesia,
Do olhar que é singelo e ardente
Do olhar pedinte
Não só de pão,
Mas de palavras
Que alentem a solidão
Celebrem, todos os momentos
Em que viram o sorriso do meu rosto sumir
Celebrem a soberba, brindem
Ao orgulho travestido de humildade
Celebrem a mediocridade
Enquanto suas carnes apodrecem
Celebrem as próprias mágoas
Como se grandes vitórias fossem
Segundo ato: o banquete
Sentem-se, bebam o cálice
Cheio do meu sangue de criança tola
Celebrem o ápice
Da alegria
De seu sorriso maldoso
Fartem-se com a carne alheia,
Que sobrou na sola de seus pés pontiagudos,
Após um dia sendo justiceiros imundos
Terceiro ato: o fim da festa
De celebrar o que virá, não esqueçam:
A cova já se forma diante de vocês
Mas houve Vida em suas almas? Não!
Esse, pois, é o triunfo do divino
É o que me faz acreditar no Bem,
Na bondade humana e no olhar sem
Falsidades ou hipocrisias
É o que me faz não desistir da poesia,
Do olhar que é singelo e ardente
Do olhar pedinte
Não só de pão,
Mas de palavras
Que alentem a solidão
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
Espelho partido
São milhares de reflexos
Incompletos
Mas você se engana, se pensa que me vejo
Essas histórias não são minhas
Ou são?
Ela fez juízos
E você foi para o inferno
Porque quis
Ele cala quando pode dizer
Fala quando pode calar
E já ignora a sabedoria por completo
Há também fantasmas
Os que já viveram
Os que não nasceram
E os que escolheram
Simplesmente existir
O punho fechado
O coração escancarado
O ódio sem razão
Sentada, frustrada,
Assisto à vida
* Poesia fruto de um desabafo
fruto de um fim de ano conturbado
fruto de muita mágoa (não necessariamente minha)
fruto da mediocridade que existe no ser humano.
Que árvore podre!
Incompletos
Mas você se engana, se pensa que me vejo
Essas histórias não são minhas
Ou são?
Ela fez juízos
E você foi para o inferno
Porque quis
Ele cala quando pode dizer
Fala quando pode calar
E já ignora a sabedoria por completo
Há também fantasmas
Os que já viveram
Os que não nasceram
E os que escolheram
Simplesmente existir
O punho fechado
O coração escancarado
O ódio sem razão
Sentada, frustrada,
Assisto à vida
* Poesia fruto de um desabafo
fruto de um fim de ano conturbado
fruto de muita mágoa (não necessariamente minha)
fruto da mediocridade que existe no ser humano.
Que árvore podre!
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
Uma pergunta
Penso, penso, penso...
E em tantos devaneios, caio sempre na mesma pergunta:
Como se fazer necessário ao outro
Respeitando-o?
E em tantos devaneios, caio sempre na mesma pergunta:
Como se fazer necessário ao outro
Respeitando-o?
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