Eu sou aquela garota que não sabe direito como as coisas funcionam
Aquela que ri das próprias desgraças
E contra tudo, sonha
Quanto mais a realidade a afunda,
Mais os sonhos a elevam
E a vida dança infinitamente ao seu redor
Esperando que o passo final não seja o próximo
E que as cortinas não desçam
Pois o escuro a amedronta
Eu sou aquela garota que não sabe direito como as coisas funcionam
Por isso a madrugada é a hora da poesia
Mas ela não diz como termina o poema
(Poesia escrita em maio de 2005, num ímpeto de coragem que eu não conhecia ate então)
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