Não temas a chuva
Ela lavará a poeira
Que se forma sobre os teus ideais
Não temas o vento
Ele desfará as teias
Que as aranhas tecem na tua cabeça
Não temas a noite
Pois os morcegos
Não se alimentam das tuas misérias
Espirituais
* Comecei ter a inspiração para esse poema no dia 05/02/07, na fila do banco... È outro poema que ficou no meu arquivo...
Um comentário:
Não temer nada, também é um vício!!! Ou seria uma virtude?? Tudo é uma dualidade, isso sim é fato!!
Beijos
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