- Quem és tu?
- Aquele barco navegando sem vela e sem bússola.
- Quem és tu?
- Um universo de possibilidades. Sou as sombras que nos rodeiam.
- Quem és tu?
- Filha de Deus, eu espero.
- Quem és tu?
- Sou uma lembrança de ti – disse, triste, pois um devaneio não fica contente em ser descoberto.
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