terça-feira, 15 de abril de 2008

O ponto de vista do pensamento

Nós duas estamos diante de uma praia, mal iluminadas pela lua minguante e, de vez em quando, pela luz de um farol distante. A velha senhora rompe o silêncio:

- Quem és tu?

- Aquele barco navegando sem vela e sem bússola.

- Quem és tu?

- Um universo de possibilidades. Sou as sombras que nos rodeiam.

- Quem és tu?

- Filha de Deus, eu espero.

- Quem és tu?

- Sou uma lembrança de ti – disse, triste, pois um devaneio não fica contente em ser descoberto.


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