quinta-feira, 15 de maio de 2008

As palavras de uma lágrima

Não sou parte de nada
Um reflexo na água
Vã acaso da lucidez
Uma toca escura
E só vejo fantasmas

Não tenho pouso nem casa
Não tenho armas nem espinhos
Não construi

Sem rota, sem rumo
Pelo que vale a pena morrer?
O destino será mesmo não pertencer?

Meus caminhos são percalços
Rotas fugitivas de emergência
Discórdia interior
Ante a Omniciência

Cansei de perder
Cansei de notar
Detalhes tristes
Não tenho paz

Um comentário:

Fran Rebelatto disse...

Olá querida, quanto tempo, heim....Guria, que correria...mas me conta como estão as coisas e a mono, vi tua idéia no outro blog e achei muito interessante, é aquilo mesmo:???

Bom, quanto ao poema acho que nada mais é do que nosso reflexo não....Lágrima perdida e a alma então sempre desassossegada...Do lado de cá também...

Beijos e te cuida e me manda notícias...