Não sou parte de nada
Um reflexo na água
Vã acaso da lucidez
Uma toca escura
E só vejo fantasmas
Não tenho pouso nem casa
Não tenho armas nem espinhos
Não construi
Sem rota, sem rumo
Pelo que vale a pena morrer?
O destino será mesmo não pertencer?
Meus caminhos são percalços
Rotas fugitivas de emergência
Discórdia interior
Ante a Omniciência
Cansei de perder
Cansei de notar
Detalhes tristes
Não tenho paz
Um comentário:
Olá querida, quanto tempo, heim....Guria, que correria...mas me conta como estão as coisas e a mono, vi tua idéia no outro blog e achei muito interessante, é aquilo mesmo:???
Bom, quanto ao poema acho que nada mais é do que nosso reflexo não....Lágrima perdida e a alma então sempre desassossegada...Do lado de cá também...
Beijos e te cuida e me manda notícias...
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