Poesias cruas feitas de pedras, exaustões e êxtases.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Restos
O viajante frui ilusões
E, como pobre poeta que é, em vão diz
Há beleza aqui como há por todo o lugar
Mas eu grito vazios rudes em sonhos
E, por hora, só tenho esperanças trôpegas
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