Eu vejo o único
E o que tu vês?
Às vezes olho para dentro e vejo
...Nada!
Às vezes vôo para algum lugar distante
e me encontro
Porque sei que Ele
Tem algo a me dizer
e você só cala
Vejo a miséria
Vejo o olhar que brilha de emoção
Vejo as minhas mãos inertes
Vejo que choro por isso
Vejo que tu não desistes
Vejo que tudo parece voltar
para a inexistência
Vejo que, ver é tão limitado
E passo a sentir
então
vejo que sou vento
Recusas a respirar-me ainda assim!
Mas sou feliz
Pois vens ver as folhas secas
que são levadas pela alegria
E isso, por hora, me basta
3 comentários:
Sim, pode bastar quando se é vento levar as folhas caídas ao chão..mas,convenhamos que tristeza saber que não querem nos repsirar.
é isso, é o jogo da vida...quando não se tem tudo, tem que se encontrar possibilidades da vida valer a pena, seja carregandoi as folhas secas...beijos...muito bom, quanta coisa escondida nesses rabiscos guardados em casa, heim,..
Curiosa, estou, muito curiosa...
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