Sob o fogo daqueles dias
Tu não falas nem pias
Aqueles dias de gloria
Tínhamos nas mãos a vitória
Homem malandro que chega
Mulher certinha que sai
E ela se aconchega
Certinha, não, não vai!
E a rua continua crua
Só para os desavisados
E a rua que foi platéia
Dos encontros mal-amados
Daquilo que é de mau agrado
A noite que acaba
Ele sai e desaba
Numa mesa qualquer
De algum bar vagabundo
Saindo ai pelo mundo, ele vai
(Esse eu gosto de reler em certos momentos, não sei por que motivo. É de 2001)
2 comentários:
Sim, é bom, li mais do que uma vez, a rima é suave e o ritmo dele é bem agradável...Gostei...
Vais, enquanto ele volta, sais enquanto ele entra, enfim tudo tem que acabar em filosofias numa mesa de bar, ou não???
beijos
Sim, tudo acaba numa mesa de bar mas sera que se encontrao Amor, com A maisculo, em uma mesa de bar?
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