segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Salve o poder da rosa cálida
A pútrida manhã que eu não vi
E o pôr-do-sol sem ressalvas

Hoje vou tentar outras coisas importantes
Sem querer acontece o que eu nunca quis

Juntei mil grãos de areia para contar o tempo
Uma junção de eternos absurdos inconstantes
E mitos derrubados

Lá vai ela
Circunstâncias emperram seus sorrisos
Pois enterrou algo no meio do caminho
E fingiu que chorava
Por que estava triste demais
Para ver a despedida do Sol

Fingia para si
Cheia de pudores
Mas a estrada estava vazia

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