Observei o seu tênis azul
Da mesma cor do meu juízo
Assim, agitado e impreciso
E os seus olhos sorridentes
Às vezes escondem na pupila
O que ninguém entende
E a sua boca atraente
E sua lembrança tão presente
Fazem-me concluir que
Você é a palavra certeira
A palavra-flecha
A palavra que me fere
E me alimenta
Você é o livro que eu quero folhar
Várias e várias vezes,
Entendendo aos pouquinhos
Você é livro precioso que eu tenho medo de rasgar
A fonte de sentimentos
Dos quais nunca beberei
Mas sou feliz por
Já conhecer as tuas palavras
(*Ás vezes o amor que uma pessoa sente por outra pode ser grande demais para ela mesma... isso não é melodrama...)
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